Entrevista com Alex Dias, Dj e Produtor de Curitiba
postado por kadro em October 16th, 2008 | Comment now »

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E ai Alex? Primeiro, é um prazer poder te entrevistar e fazer com que te conheçam mais, poder mostrar seu trabalho.
Vamos as perguntinhas:
1- A quanto tempo você e Dj e quando iniciou a produzir?
Sou dj desde 1991,comecei a fazer alguns remixes em 1998,mas musica só em 2002.
2- Qual sua opinião sobre as novas tecnologias pra djs e produtores?
Para dj facilitou muito,pois tem dj que nunca mixou em cd ou vinil e já é top dj apenas tocando com software, com mixagem perfeita. Para produtor também, você não precisa gastar muito para fazer sua música.
3- Quando você deu inicio ao selo ADS Records? Fale mais sobre ele.
Foi em 2005,com necessidade de lançar minhas próprias faixas e não ter label interessado. Também por ver muitos amigos na mesma situação, resolvi abrir o ADS. Hoje posso falar que o ADS e um dos melhores label do Brasil, com aproximadamente 30 artistas e as tracks sempre em destaque nos sites especializados.
4- Quais são as novidades na sua carreira como produtor e como Dj?
Neste ano tive ótimas realizações como produtor, minha música “Matéria” após ser executada varias vezes pelo meu Ãdolo,saiu em 2 cds dele: Carl Cox And Friends (At Space Ibiza) e do Festival Dance Valley 2008 gravado ao vivo por Carl Cox, um remix assinado no label do Jonh Acquaviva (Definitive Rec) e outra track no Adult Records um dos melhores labels de techno do mundo.
5- Quais produtores você mais admira?
Andre Dazoo,Wehbba,Gui Boratto, Eric Prydz,Valentino Kanzyani,Dusty Kid, Popof ,entre outros.
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Okiru
postado por lecalve em September 26th, 2008 | 2 Comments »
Esse mês foi lançado um novo net label de música eletrônica.
É o OKIRU, formado inicialmente pelos produtores Marcelo Mandaji e Luci Hidaka, que moram em São Paulo e produzem a festa homônima onde estilos dos mais undergrounds da música eletrônica se misturam em apresentações de Live PAs com computadores, máquinas e até vÃdeo games.
O conceito principal do Okiru é a produção independente e distribuição pública via Creative Commons das faixas, contando atualmente com os produtores 2.6 k, 8Beatz!, Loop Maschine, Synthesizemii, Veshka e eu, Le Calve.
A próxima festa está marcada para acontecer nesse sábado 27 de setembro na Livraria da Esquina, na Barra Funda, em São Paulo.
Abaixo você pode conferir o flyer:
Final de semana com muito techno em SC - por Dj Kadro
postado por kadro em September 25th, 2008 | Comment now »
O primeiro lugar que toquei quando cheguei do Uruguai foi no Café Matisse, em 2001, na festa do extinto núcleo FLUNDI daqui de Floripa . Após muitos anos voltei a tocar no mesmo local, desta vez acompanhado de dois ex-alunos - Muriel e Edo. O local é um bom exemplo do preconceito que existe com música eletrônica e cultura em geral nesta ilha: um local lindo e muito mal utilizado, mas apesar de tudo foi uma festa muito legal, o lugar repleto de gente querendo algo diferente do que sempre acontece. A festa foi até 3 da manhã, coisa que não acontecia no local há muitos anos. Sábado foi a vez da festa Prog in the House - em Gravatal SC. SaÃmos da ilha por volta das 9 da noite, já com chuva, pensando que a festa nem aconteceria, seria um fracasso, tirando sarro, dizendo que deverÃamos fazer um cocar e conseguir patrocÃnio da FUNAI, pois o que se anunciava era um gigantesco programa de Ãndio - mas programa de Ãndio é com a gente mesmo! Muita, mas muita chuva até o local, passeando na BR com velocidade média de 45 Km/h.
Chegando no local já deu pra ver a muvuca se formando, assim como pudemos ver muita lama também.
Como o Dj que iria abrir não estava no local pedi pra ir tocando alguma coisa leve, e assim comecei a festa com um techno melódico. Era aproximadamente 11 da noite. Fui tocando, o povo chegando e se amontoando debaixo dos tetos e locais ainda secos, e fui tocando, tocando muito techno até por volta das 3:30 da manhã. Ou seja: mais de 3 horas de set sem parar, somente techno, uma viajem pelas vertentes e a pista acompanhando, o povo gritando e pulando. Confesso que achei o máximo isso acontecer no interior, a galera foi à loucura e consegui subir o ritmo, voltar a baixar e o povo acompanhando tudo. Estava num estado de felicidade que por muito tempo não senti ao tocar aqui em SC Logo depois começou a tocar o Telo Corbetta que me surpreendeu pela qualidade do repertório e técnica, realmente muito bom, devem ouvir o figura tocando, recomendadissimo. La pelas 5:00 da manhã foi a vez do Edo tocar. Foi algo incrÃvel, muito bom (o Edo ta de parabéns!). Levou a galera a um estado de êxtase com um som hipnótico que acredito que eles nunca (ou poucas vezes) viram na vida. A festa foi encerrada pelo organizador, Bruno Corsatto (vulgo Bigode) que começou mandando Booka Shade - Body Language, botando a galera em clima de alegre despedida. Vale observar que TODOS tocaram TECHNO, (ouviram pagodeiros de Floripa?). TECHNO, isso mesmo, o interior do estado curte TECHNO, e não só techno leve… Aprenda capital você ficou no marasmo por muito tempo. Enquanto o interior avança culturalmente e a ilha se mantém ILHADA, mas isso deve mudar aos poucos… E em Dezembro volto com o Edo lá pro Sul de estado pra mais uma festona regada a muito TECNHO…
Tubarão SC recebe trio de Djs de Florianópolis: Edo, Muriell e Kadro.
postado por kadro em August 27th, 2008 | 4 Comments »

Tubarão, cidade do Sul de Santa Catarina vai receber um trio de peso de Djs de Florianópolis: Edo, Muriell e Kadro.
Os dois primeiros foram formados pela escola Djland e vão para mostrar todas suas habilidades numa tremenda festa que será realizada no dia 13 de setembro no sÃtio Mata Hare.
O interior de SC cada vez mais supera a capital do estado em qualidade de festas e organização de eventos, além de eliminar o preconceito sobre estilos musicais.
Enquanto a capital se rende ao pagode e à música sertaneja, o interior vai de musica eletrônica e vai muito bem, com festas cada vez mais concorridas e com um público que sai para se divertir e dançar a noite inteira.
Parabéns aos organizadores do evento pela inovação na cidade.
Entrevista com Nimitz, dono do selo Tension Works
postado por kadro em July 29th, 2008 | 2 Comments »
Nosso querido produtor Nimitz nos concedeu essa ótima entrevista que publicamos aqui na Ãntegra:
Português
1- A pergunta de sempre: nome e nome artÃstico, como você conheceu a musica eletrônica e o que o levou a seguir por esse caminho?
Meu nome é Emiliano, e como produtor e para meu Live PA adotei o apelido Nimitz, antes disso quando ainda me apresentava como DJ usava Emiliano mesmo.
Eu comecei a me interessar por música eletrônica faz muito tempo, gostava de Nitzer Ebb e Front no final dos anos 80 e também tinha alguns discos de Acid House, MARRS, S-EXPRESS, BOMB THE BASS e outros… também curtia Jean Michel Jarre… Sempre tive piração por aparelhos eletrônicos, computadores, sintetizadores, etc… Assim que para mim a musica eletrônica de uma maneira ou outra sempre foi foco..
Mais ou menos nesta época fui convidado a participar de um grupo do colégio que estava montando um negócio para fazer festas.. No começo entrei pra filmar as festas mas logo na segunda festa tive que assumir uma hora o som e daà pra frente nunca mais saà de lá. Fui DJ por um tempo esta época mas era muito chato, não existia eletrônica no Brasil praticamente, pelo menos não nos lugares que eu tinha acesso e resolvi parar. Voltei a tocar em 97 e aà nunca mais parei.
2- Como você define seu trabalho atual dentro da música eletrônica? Sabemos que além da produção você contribui para a cena com o selo Tension Works. Fale mais sobre ele.
Hoje não me apresento mais como DJ, estou mais interessado na produção, no selo e em ocasionais apresentações no formato Live PA. DJ mesmo só em raras ocasiões e normalmente festas de amigos.
Para a TensionWorks iniciamos agora uma nova fase, logo que abri o selo fizemos dois lançamentos e apesar de muito satisfeito com o lado musical e técnico de ambos, acho que não tivemos toda a repercussão que poderÃamos alcançar, daà que parei pra repensar o modelo do negócio. Ano passado convidei o Dan Physics para trabalhar no selo comigo e ele está fazendo um excelente trabalho de A&R. Nós convidamos novos artistas, elaboramos um novo esquema de distribuição e promoção e preparamos um calendário de lançamentos ambicioso, planejando um novo lançamento a cada mês que começa agora em agosto. Já temos 8 eps assinados com um mix de artistas tops e novos talentos. Todas as musicas cuidadosamente escolhidas dentro de nossa visão de Techno que é sempre a de não nos fecharmos dentro de um sub-estilo muito determinado somente mantendo em mente que o Techno que queremos é um Techno pra pista, com personalidade.
Posso adiantar algumas novidades, daqui a algumas semanas sai um primeiro EP desta nova fase, TWR 003, com duas faixas inéditas do Dave Tarrida e remixes feitos pelo Dan Physics e eu, logo na seqüência o EP TWR 004 com quatro faixas inéditas, duas do Mark Verbos, duas minhas e o terceiro lançamento que posso contar, TWR 005 vem com dois artistas que vem ganhando um merecido destaque e que nos enviaram faixas impressionantes, o brasileiro Elemental X e os espanhóis do Headbangers… e tem muito mais pela frente!
Por fim, na produção estou a mil, sempre criando faixas novas e acho que dentro do Techno encontrei meu estilo, o que gosto de fazer, uma somatória de diversas influências. Nunca dou ouvido a tendências, modas ou mesmo ao mercado. Sinceramente não estou nem aà se falam que eu deveria produzir musicas mais lentas, mais minimais, mais isso ou aquilo.. quero produzir o que gosto e pronto. E eu gosto de musica rápida, forte e com personalidade mas sem perder o groove e a melodia.
Uma novidade nesta área e isso é exclusiva para vocês é que comecei um projeto paralelo com um amigo que ainda não vou revelar quem é de House Music com forte influência da Disco. Batidas marcadas, groove forte… logo tem coisa pronta por aÃ.
3- Quais equipamentos você utiliza para produzir e para fazer seu live? Quais você gostaria de ter?
Para produzir uso computador, recentemente mudei pra plataforma Mac e nele estou usando o Logic e estou adorando. Placa de som M-Audio, mesa e uma Yamaha RS-7000. Procuro sempre mesclar na musica elementos feitos nativos no computador com alguns gravados da RS, gosto desta sonoridade.
Para o Live PA, uso o Mac rodando Ableton Live ligado na RS-7000, placa M-Audio e uma mesa 8 canais.
O que gostaria de ter? Ah cara, tudo que aparece na minha frente que faça som e tenha botões…. rsrsrs
4- O que é a música eletrônica underground?
Hoje em dia acho esta pergunta bem difÃcil… acredito que tem muito mais a ver com a atitude da musica e dos músicos que com o som em si… o Eletrônico saiu dos porões e conquistou as prateleiras, a mÃdia, a TV…
Mas acho que Underground continua sendo a fonte, pois para mim os músicos undergrounds são aqueles que fazem musica sem se preocupar com sucesso, glamour e etc… Assim não estão seguindo tendências por interesses comercias. Acho que esta é a formula que pode resultar em inovações, daà que digo que para mim o underground é sempre a fonte, a nascente.
5- Como você vê a falta de união dos Djs do Brasil e principalmente de SP?
Eu não sei se acho que a cena é tão desunida assim.. eu acho sim é que o bolo é muito pequeno e tem muita gente querendo dividir este bolo ao invés de aumentá-lo Pessoas com interesses muito diferentes.
Tem uma coisa complicada com esta história de DJs e musica eletrônica… se por um lado tem gente que leva a coisa a sério, quer construir algo legal, tem muita gente envolvida nisso pra se divertir, pra ficar bem com as meninas, pra ser o bacana, etc…
Outra coisa que acho que atrapalha muito o desenvolvimento da cena é que tem muito dj, que por uma paixão extrema e muita vontade de fazer a coisa acontecer, acaba topando tudo.. se vende barato (quando não toca de graça), não valoriza o que faz.. e o pior, não faz isso por maldade e nem percebe o quanto isso é prejudicial para ele e para os outros.
Essa somatória de coisas, acaba gerando esse clima na cena, de cada um por si.. Acho que posso me aprofundar um pouco mais em sua próxima questão.
6- Como você vê a relação entre os Djs e os empresários de casas noturnas?
Acho uma relação complicada que tem muito a ver com o que comecei levantando acima. A cena eletrônica cresceu muito nos últimos anos, profissionalizou e obviamente, isso fez com que os clubes buscassem uma maior qualidade e portanto tem maiores custos. Isso acaba gerando uma pressão em resultados financeiros, claro o cara que arrisca algum capital em uma casa noturna quer retorno.
Por outro lado, existe uma nação de DJs que não sabe se valorizar ou mesmo separar a musica do negócio musica, do business…
Dentro desta dinâmica que se criou me parece que se perdeu muito da essência do movimento, do que era mais bacana na cena eletrônica.
Por essa busca incessante por resultado, muita casa noturna esqueceu que o principal atrativo do eletrônica sempre foi a novidade e a atitude. Ninguém arrisca mais, não há mais tanto espaço para a experimentação e a atitude foi pro espaço faz tempo.
E aquela coisa, como o bolo é pequeno, tem grupos aà muito bem posicionados e fechados, defendendo seus pequenos feudos.
Obviamente isso faz parte, o jogo é assim mesmo. Só lamento mesmo que hoje a mesmice impere, a inovação foi adiada… o foco em resultado acabou com a vontade de experimentar.
Claro, antes que falem… existem exceções.
7- Que conselhos você daria pra quem está iniciando?
1. Pesquise muito, aprenda muito - A internet está aÃ, tudo está online.
2. Técnica é importante, portanto treine.
3. Se relacione, não dá pra escapar do network.
4. Tenha paciência e saiba valorizar o que faz e que qualidade vem com o tempo, não se venda de graça…
5. Entenda que a cena eletrônica é global, muito maior que só sua cidade ou seu pais.
6. Por fim, mostre seu trabalho… seja na net, no myspace, mas mostre…ninguém vai saber quem você é se você não tomar a iniciativa, mas claro.. por favor, tenha bom senso.
8- Como foi sua tour pela Colômbia?
Muito boa! Foram 5 apresentações, todas em Bogotá. Fiquei lá um mês sendo que a primeira semana estava rolando o festival Bogotrax, que é uma iniciativa incrÃvel, a parte musical organizada pelo núcleo Techsound, que é selo, núcleo de festas e agencia e do qual tenho o orgulho de fazer parte. O evento dura uma semana. São festas, workshops, debates, eventos diurnos e até apresentações em cadeias.. tudo gratuito!
No Bogotrax me apresentei 3 vezes, uma delas num dos horários principais da festa de encerramento, uma festa incrÃvel, Rave de verdade, daquelas que o endereço do ponto de encontro só foi revelado poucas horas antes da festa mas mesmo assim tinha umas 1.000, 1.500 pessoas na festa. Fiz também um workshop sobre Live PA e participei de um debate muito interessante sobre selos na America do Sul.
Depois do festival, me apresentei também no clube La Sala, um clube pequeno e muito interessante, se bobear minha melhor noite na tour. Por ultimo toquei na festa Hardcodélia, super importante na cena de Hard-techno de Bogotá.
Foi muito interessante ver como o Techno, e principalmente o Hard-Techno é forte na Colômbia. No geral achei o público super receptivo e muito hospitaleiro. Fiz grandes amigos e me diverti muito por lá.
9- Percebe-se cada vez mais a volta do techno para as pistas. O que você acha disso?
Sempre me impressiono como a musica eletrônica é cÃclica… veja, por redor de 1999, 2000 o trance começou a despontar como resposta ao Techno que estava muito mecânico… muita gente migrou, muita gente disse que era o novo som, etc…
O trance dominou até 2001, quando começou a desgastar a formula e na seqüência veio uma das épocas de ouro do Techno. Com o tempo, o Techno acabou ficando muito duro, pesado… se esqueceu do groove, da melodia. Aà como resposta apareceu o minimal, que acabou funcionando para muitos como uma releitura do Techno, como uma oportunidade de repensar o que estava sendo feito.
Agora aos poucos vejo o Techno voltando, a busca por batidas mais fortes na pista novamente… acho que no fim as pessoas ficam com vontade de pular na pista mesmo, descabelar.. e o Techno ganha força.. Claro que daqui um tempo outra onda virá. Acho isso ótimo, é fonte de constante renovação e inovação na musica, sinal que existe vida
Agora, claramente o Techno vem ganhando força novamente, espaço em grandes festivais, etc..
Acho que isso ainda não se refletiu totalmente no Brasil, espero que ocorra mais… o Techno anda muito sem espaço, principalmente fora de São Paulo e me parece que existe muita falta de conhecimento… muita gente ainda acha que não existe Techno com groove e sem batidas retas…
10- O que você acha de Djs que mudam de estilo a cada mudança da moda ou do mercado?
Acho que cada um tem que se preocupar consigo mesmo e escolher seus caminhos, cada caminho tem seus benefÃcios e suas mazelas. Eu pessoalmente não consigo tocar ou produzir algo que não goste simplesmente porque é a onda do momento. Tenho uma necessidade enorme de sempre estar produzindo ou envolvido somente com coisas que goste, não consigo mesmo.
E enfim, acho que isso transparece na musica, nunca achei que os DJs que seguem moda conseguem colocar sentimento em seu som…
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En Español……………………………………………………………………………..
1- La pregunta de siempre, nombre y nombre artÃstico, y como consistes la música electrónica y lo que te llevo a seguir por ese camino?
Mi nombre es Emiliano, y como productor y para mi Live PA adopte el nombre Nimitz, antes de eso cuando aun me presentaba como Dj usaba Emiliano mismo.
Yo empece a interesarme por música electrónica a mucho tiempo, me gustaba Nitzer Ebb y Front en el final de los 80 y también tenia algunos discos de Acid House, MARSS, S-EXPRESS, BOMB THE BASS y otros….también disfrutaba con Jean Michel Jarre…Siempre me colgaba por equipos electrónicos, computadoras, sintetizadores, etc…Asà que para mi la música electrónica de una manera u otra siempre fue el foco..
Mas o menos en esa época fui invitado a participar de un grupo del colegio que estaba montando un negocio para hacer fiestas…En el inicio entre para filmar las fiestas pero luego en la segunda fiesta tuve que asumir una hora el audio y de ahà para delante nunca mas lo largue. Fui Dj por un tiempo en esta época pero era muy aburrido, no existÃa electrónica prácticamente en Brasil, por lo menos no en los lugares que tenia entrada y resolvà parar. Volvà a tocar en 97 y de ahà no pare mas.
2- Como definÃs tu trabajo actual en la música electrónica? Sabemos que a mas de la producción colaboras en la escena con el sello Tension Works, contame mas sobre el…
Hoy no me presento mas como Dj, estoy mas interesado en la producción, en el sello y en ocasionales presentaciones en el formato Live PA, Dj mismo son raras ocasiones y normalmente en fiestas de amigos.
Para Tension Works iniciamos ahora una nueva fase, luego que abre el sello,solo realizamos 2 lanzamientos y a aun que muy satisfecho con el lado musical y técnico de ambos, creo que no tuvimos toda la repercusión que podrÃamos alcanzar, de ahà pare para repensar el modelo de negocio, Año pasado envite a Dan Physics para trabajar en el sello y el esta haciendo un excelente trabajo de A&R. Invitamos nuevos artistas, elaboramos un nuevo plan de distribución y promoción y preparamos un calendario de lanzamientos ambicioso, planeando un nuevo lanzamiento a cada mes que empieza ahora en Agosto. Ya tenemos 8 Eps firmados con un mix de artistas tops y nuevos talentos. Todas las músicas cuidadosamente seleccionadas dentro de nuestra visión del techno que es siempre la de no cerrarnos dentro de un sub-genero muy determinado solamente manteniendo en mente que el techno que queremos es un techno para pista, con personalidad.
Puedo adelantar algunas novedades, de aquà a unas semanas sale el primer EP de esta nueva fase, TWR003, con dos temas ineditos de Dave Tarrida y remixes hechos por Dan Physicsy yo, luego en la secuencia el EP TWR 004 con 4 temas inedictos, dos de Mark Verbos, dos mÃas y el tercer lanzamiento que puedo contar, TWR005 viene con dos artistas que vienen ganando un merecido destaque y que nos enviaron temas impresionantes, el brasilero Elemental X y los españoles de Headbangers…y viene mucho por delante!!
Por fin, estoy a mil en la producion, siempre creando nuevos temas y creo que dentro del techno encontré mi estilo, lo que me gusta hacer, una sumatoria de diversas influencias. Nunca le doy oÃdos a las tendencias, modas o mismo al mercado. Sinceramente no me importa si dicen que debria producir músicas mas lentas, mas minimistas, mas de eso o de aquello quiero producir lo que me gusta y listo. Me gusta la música rápida, fuerte y con personalidad pero sin perder el groove y la melodÃa.
Una novedad en esta área es eso y exclusiva para ustedes es que empece un provecto paralelo con un amigo que aun no voy a nombrar que es de House Music con fuerte influencia Disco. Golpes marcados, groove fuerte…luego sale algo pronto por ahÃ.
3- Cuales Equipos utilizas para producir y para hacer live? Y cuales te gustarÃa tener?
Para producir uso computador, recientemente mude para la plataforma Mac y en el estoy usando el Logic y me encanto. Placa de sonido M-Audio, mesa Yamaha RS-7000. Busco siempre mesclar en las músicas elementos hechos nativos en la computadora con algunos gravados en la RS, me gusta como suena eso.
Para el Live PA, uso Mac con Ableton Live conectado a la RS-7000, placa M-Audio y una mesa de 8 canales.
Lo que me gustarÃa tener? Ahhh todo, que se me aparece por delante que haga sonido y que tenga botones, jejejeje
4- Lo que es música electrónica underground?
Hoy en dÃa creo que es una pregunta muy difÃcil…..creo que tiene mucho mas a ver con la actitud de la música y de los músicos que con el sonido en si….la electrónica salio de los sótanos y conquisto las estantes, la mida, la TV…
Pero creo que Underground sigue siendo fuerte, pues para mi los músicos undergrounds son aquellos que hacen música sin preocuparse con el suceso (éxito). Creo que esta es la formula que puede resultar en innovaciones, de ahà que digo que para mi el underground es siempre fuerte y naciente.
5- Como ves la falta de unión de los Djs de brasil y principalmente de SP?
No creo que sea tan desunida asila escena…creo si que la torta es muy pequeña y que hay mucha gente queriendo dividir la torta en ves de aumentarla. Personas con intereses muy diferentes.
Hay algo muy complicado con esa historia de Djs y música electrónica… si por un lado hay gente que lleva la cosa a serio, que quiere construir algo bueno, hay gente metida en esto para divertirse, para quedar bien con las chicas, para ser canchero, etc…
Otra cosa que creo que interrumpe mucho el desarrollo de la escena es que hay muchos Djs, que por una pasion extrema y muchas ganas de hacer algo, termina aceptando todo…se vende barato (cuando no lo hace gratis), no valora lo que hace… o peor, no lo hace con maldad y no se da cuenta de cuan prejudicial es eso para el y los demás.
Es una sumatoria de cosas, que termina generando ese clima en la escena, de cada por si…Creo que puedo profundizar mas en la próxima pregunta.
6- Como ves la relación entre Djs y los dueños de las casas (boliches)?
Me parece una relación complicada que tiene mucho que ver con lo que dije anteriormente. La escena electrónica creció mucho en los últimos años, se profesionalizo y obvio, eso hace con que los club busquen una mayor calidad y por lo pronto tienen mayor costo. Eso termina generando una presión en resultados financieros, claro el tipo arriesga algún capital en una casa nocturna quiere recuperar.
Por otro lado, existe una nación de Djs que no saben valorarse o mismo separar la musica del negocio música, del Business….
Dentro de esta dinámica que se creo me parece que se perdió mucho la esencia del movimiento, de lo que era lindo en la escena electrónica.
Por esa busca incansable por resultados, muchas casas nocturnas se olvidaron del principal atractivo de la electrónica que siempre fue la novedad y la actitud. Nadie arriesga nada, no hay mas espacio para experimentar y la actitud se fue por el espacio a mucho tiempo.
Es aquella cosa, como la torta es pequeña, hay grupos muy bien posicionados y cerrados, defienden sus pequeños feudos.
Obviamente eso hace parte del juego y es asà mismo. Solo lamento que hoy lo siempre igual impere y la inovacion fue postergada…el foco en resultados termino con las ganas de experimentar.
Claro antes que digan algo….existen excepciones
7- Que consejos darÃas para quien esta iniciando?
1- Investigue mucho, aprenda mucho, la Internet esta ahÃ, todo esta online
2- Técnica es importante, por pronto practique
3- Relacione ce, no se puede escapar del network
4- Tenga paciencia y sepa valorar lo que hace y que calidad viene con el tiempo, no se venda gratis
5- Entienda que la escena electrónica es global, mucho mayor que solo su ciudad o su paÃs
6- Por fin, muestre su trabajo…sea en la net, en myspace, pero muestre… nadie va saber quien eres si no tomas la iniciativa, pero claro por favor tengo buen censo.
8- Como fue tu tour por Colombia?
Muy Buena! Fueron 5 presentaciones, todas en Bogota. Quede mas de un mes siendo que la primera semana estaba sucediendo un festival Bogotrax, que es una iniciativa increÃble la parte musical organizada por el núcleo Techsound, que es sello, núcleo de fiestas y agencia de lo cual tengo orgullo de hacer parte. El evento dura una semana, Son fiestas, workshops, charlas, eventos diurnos y hasta presentaciones en cadena…todo gratuito.
En el Bogotrax me prensente 3 veces, una de ellas en uno de los principales horarios de la fiesta de encerramiento, una fiesta increÃble, Rave de verdad, de aquellas que la dirección del punto de encuentro solo fue revelada pocas horas antes de la fiesta pero mismo asà habÃa unas 1000 a 1500 personas en la fiesta. Hice también un workshops sobre Live PA y participe de una charla muy interesante sobre sellos de América de Sur.
Después del festival, me presente tambien en el club La Salsa, un club pequeño y muy interesante creo que fue mi mejor noche de la tour. Por ultimo toque en la fiesta Hardcodelia, super importante en la escena Hard-techno de Bogota.
Fue muy interesante ver como el techno y principalmente el hard-technoes fuerte en Colombia.
En lo general encontré el publico super receptivo muy cálido. Hice grandes amigos y me divertà mucho por allá.
9- Se nota cada ves mas la vuelta del techno a las pistas, que pensás sobre eso?
Siempre me impresiono como la música electrónica es cÃclica….vea, al rededor de 1999, 2000 el trance comenso a aparecer como respuesta al techno que estaba muy mecánico…mucha gente migro, mucha gente decÃa que ese era el nuevo sonido, etc…
El trance domino hasta 2001, cuando empeso a desgastar su formula, y en la secuencia vino una de las épocas de oro del Techno. Con el tiempo, el techno termino quedando muy duro, pesado…se olvido del groove, de la melodia. Ahi como respuesta apareció el minimista, que termino funcionando para muchos como una re lectura del techno, como una oportunidad de repensar lo que estaba siendo hecho.
Ahora de a poco el viejo techno vuelve, en busca de golpes mas fuertes en la pista nuevamente…creo que al final las personas quedan con ganas de saltar en pista, despeinarse…y el techno gana fuerzas…Claro que de aquà a algún tiempo otra moda vendrá, Creo que es perfecto, es fuente constante de renovación e ovacionan en la música, señal de que existe vida.
Ahora, claramente el techno viene ganando fuerza nuevamente, espacio en grandes festivales, etc..
Creo que eso aun no se reflejo totalmente aquà en Brasil, espero que ocurra mas…El techno anda muy sin espacio, principalmente fuera de San Paulo y me parece que existe mucha falta de conocimiento…mucha gente aun cree que no existe techno con groove sin golpes rectos…
10- Que pensás de esos Djs que migran con cada nueva moda de estilos musicales?
Creo que cada uno se debe preocupar consigo mismo y elegir sus caminos, cada camino tiene sus beneficios y sus males. Yo personalmente no consigo tocar o producir algo que no guste simplemente porque es moda en el momento. Tengo una necesidad enorme de siempre estar produciendo o envuelto solamente con cosas que guste, no consigo mismo.
En fin creo que eso se nota en mi música, nunca encontré que los Djs que siguen modas consigan poner sentimientos en su música….
Entrevista com Dj Black do Uruguai (Robotica FM)
postado por kadro em July 22nd, 2008 | Comment now »

 Pra quem não conhece esta figura, ele é um dos melhores djs da atualidade na cena eletrônica do Uruguai e responsável pela única rádio 100% eletrônica do paÃs, a Robotica FM (www.roboticafm.com).
E continuando com a união da cena eletrônica da sul-americana, realizamos esta pequena entrevista.
Português:Â
1- Nome e nome de guerra (de Dj)
Meu nome é Sebastian, Dj Black.
2- Idade de inÃcio da carreira como dj. E como foi isso?
Aos 15 anos tive minha primeira residência profissional num pequeno clube da região onde vivia, foi muito engraçado por 2 motivos:
Um dia estava com meus amigos e nos encontramos com seu dono, também dj, e perguntei em forma de brincadeira se precisava de um dj para seu novo local e ele respondeu, sem me conhecer, nem como pessoa, nem como dj, “Sim, aparece no sábado à noite no clube”, pensei que era uma brincadeira, mas no sábado fui sem falar nada para os meus amigos (por via das duvidas se não rolasse), então quando cheguei ele me apresentou ao outro dj que estava ali e o único que me falou (mostrando o mixer): “neste canal esta o toca discos da direita e neste outro o da esquerda” e logo me falou “já volto” (e não voltei a ver-lo em alguns dias).
E a outra era que o clube tinha seus próprios discos, os quais eu não conhecia (pelo tÃtulo), somente 20% deles, então quando eu colocava um disco, ouvia outros 5, que logico que eu reconhecia pela música, mas não pelo tÃtulo [risos].
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3 - Quais foram suas influências e quais djs o inspiram?
Minha influência mais importante como dj foi lá por 1985-86, com um megamix espanhol, “MAX MIX 2″, criado por Javier Ussia & Mike Platinas. A primeira vez que ouvi esse megamix ficou mais que claro que o que eu queria era ser Dj para fazer essas fantásticas montagens. Muitos anos depois ganhei um concurso fazendo um megamix de 15 minutos com a tradicional técnica de “corte em fita” com tapes machines (reel to reel ou open reel).
Atualmente não tenho só um dj preferido. As influências variam muito dependendo da seleção, da técnica e da “vibe”, há muitos anos que ouço djs e produtores, tenho claro o que é que eu gosto e mais claro ainda o que não gosto.
Gosto muito do trabalho do Cristian Varela em relação à técnica e seleção. Há alguns anos gostava do Kai Tracid, que tem uma energia única.
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Ainda que não pareca original, minha banda de cabeceira sempre foi Kraftwerk. Escuto eles desde a época que não estavam na moda e sigo eles desde muito pequeno. Gostava muito mais deles antes que agora, falo de antes de Karl Bartos deixar de ser membro, esse cara era quem levava o “touch” Kraftwerk.
4 - Como foi sair do Uruguai e viver tantos anos fora e depois voltar?
Uma das coisas que o publico me fez saber, alem da vibe que cada um colocava nos meus sets e minha técnica, foi com a rapidez que escalei em relação aos lugares onde tocava, em somente alguns meses consegui a residencia em lugares mundialmente conhecidos como “nikki beach” e “privilege” (e sem subornar ninguém) somente tocando como sei faze lo. E voltar a minha cidade natal logo de uma incrÃvel experiencia profissional foi algo bom.
5 - Como surgiu a idéia da fazer a Robotica FM
A idéia da Robotica FM vem de muitos anos atrais, tanto Detected como eu tivemos experiencia em rádios, no meu caso, no ano 1995 tive minha própria radio de musica eletrônica, tocava techno e acid, entre outras coisas, mas nessa época as rádios piratas não estavam permitidas. Tive também experiencias radias, mas não com musica eletrônica.
A radio e um meio incrÃvel, a pesar de baixou muito seu conteúdo a alguns anos, a musica se tornou muito corporativa, confortável demais, os meios não apostam a divulgar coisas novas, somente apostam ao ganhador pra falar de alguma maneira. A radio deixou de ser um meio que fazia com que o publico usa-se sua imaginação, agora vem tudo digerido se prestamos atenção quase todas tocam a mesma musica, quase não existem rádios com personalidade, todas tocam de tudo mas nenhum gênero em especial, claro que e um negocio, mas onde ficou a parte artÃstica e cultural?
Muitos meios justificam a baixa qualidade da sua programação falando “isso e o que o publico quer ouvir” isso e algo que me parece totalmente fora de lugar já que O PUBLICO CONSOME O QUE SE DER A ELE, isso quer dizer que se ” der merda a eles merda consomem”
Se tivesse que depender como fonte única (musical) a radio, iria me dedicar a outra coisa, não pretendo que as rádios toquem somente musica eletrônica na sua programação, tem muitos gêneros no mundo, falo de gêneros radias, musica pra radio.
6 - Como é a cena eletrônica no Uruguai?
A cena mudou muito a alguns anos, esta menos experimental e mas concreta, são muitos os djs tocando a mesma musica, o mesmo estilo.
Claramente se percebe a falta de criatividade e imaginação, a mesma resposta da pergunta anterior !!!! hehehehe
Muita critica e pouca contribuição, sobre tudo as novas gerações, a 2 anos (como muito) que consomem eletrônica e já são “grandes crÃticos do gênero” logico que não são todos, mas a grande maioria em definitiva “NAO SABE NADA” hehehe
Há alguns anos não tÃnhamos internet nem nenhum meio direto pra saber o que estava acontecendo no mundo em matéria musical, e mesmo assim tÃnhamos muita imaginação, trabalhávamos com o que tÃnhamos e ainda assim, sobre essas condições tinha mais criatividade e tudo era mais experimental, o publico não estava tao vinculado com as drogas, o único que interessava era a musica e o som ( e as vesses o som não era tao bom, mas divertiam-se igual)
7 - Quais os planos para o futuro?
Os planos pro futuro sempre são pra um futuro próximo, as coisas mudam muito rapidamente e estamos abertos aos câmbios que a cena ou a circunstancia permitam, tomamos as coisas como vem, nunca fazemos planos para um futuro muito distante, ao igual as pistas, as coisas são muito interativas com isso, vamos nos moldado a tudo, claro que com nossas bases bem solidas.
8 - Como você vê as novas tecnologias pra Djs?
Por sorte também vai da criatividade de cada um, a tecnologia so e boa se cada um souber como usar, e também como desenvolver sua criatividade na hora de levar la a pratica, seja com a primeira ou a ultima tecnologia. Acredito que nisso não depende da tecnologia o resultado final, o povo na pista não deixa de dançar, nem sequer sabendo se você esta tocando com vinil, cd ou notebook, também não interessa sempre se o resultado e bom.
Español
Teknopolis - Nombre y nombre de guerra (de Dj)
Mi nombre es Sebastian - Dj Black
2- Edad de inicio de la vida como dj y como fue eso.
A los 15 años tube mi primera residencia profesional en un pequeño club de la zona donde vivià , fue muy comico, por 2 cosas:
Un dia estaba con mis amigos y nos encontramos con su dueño (tambien Dj) y le pregunte en forma de broma si necesitaba dj para su nuevo local, y el contesto (sin conocerme, ni como persona, ni menos como dj) “si, veni el sabado por la noche al club”, pense que se trataba de una broma, pero el sabado fui sin decirle a mis amigos (por las dudas del rechazo), entonces cuando llègo el me presenta al otro dj que estaba ahi y lo unico que me dice (enseñandome el mixer) es: “en este canal esta la bandeja derecha y en este otro la bandeja izquierda”, y luego dice “ya vengo”, (y no lo volvi a ver luego de unos dias).
Y la otra era que el club contaba con discos propios, que yo conocìa (por titulo) solo el 20% de ellos, entonces mientras ponia un disco, escuchaba otros 5 , que claro està , los reconocia por su musica y no por su titulo. jajjajaj
3- Cuales fueron sus influencias y cuales djs los inspiraron.
Mi influencia mas importante como dj fue allà por 1985-86, por un megamix español “MAX MIX 2″, creado por (Javier Ussia & Mike platinas), la primera vez que escuche ese megamix, me quedo mas que claro, que lo que queria era ser dj para hacer esos fantasticos montajes, varios años despues gane un concurso creando un megaix de 15 minutos, con la tradicional tecnica de “corte de cinta” con tape machines (reel to reel o open reel).
Con respecto al presente no tengo 1 solo dj preferido, las influencias varian mucho dependiendo de la seleccion, la tecnica o la vibra, hace muchos años que escucho a djs y productores, tengo claro que es lo que me gusta y mas claro aun, lo que no me gusta.
Me gusta mucho lo que hace Christian Varela con respecto a la tecnica y la seleccion, hace algunos años atras Kai Tracid, una energia unica.
Aunque no suene bastante original, mi banda cabezera siempre fue KRAFTWERK, aunque los escucho desde que no estaban de moda y los sigo desde muy pequeño, es mas, me gustaban mucho mas antes que ahora, hablo de un antes y un despues de que Karl Bartos dejo de ser miembro. (ese man era quien le daba el touch kraftwerk).
4- Como fue salir de Uruguay y vivir tantos años fuera y despues volver.
Una de las cosas que el publico me hizo saber, aparte de la vibra que ponia en cada uno de mis sets y mi tecnica , fue con la rapidez que escale con respecto a los lugares donde tocaba, en tan solo unos meses obtube residencias en lugares mundialmente conocidos como “nikki beach” y “privilege” (y sin sobornar a nadie) tan solo tocando como se hacerlo. Y volver a mi ciudad natal luego de una increible experiencia profesional fue algo bueno.
5- Como fue la idea de hacer robotica FM
La idea de robotica fm viene desde años atras, tanto detected como yo tubimos experiencia en radios, en mi caso, en el año 1995 tube mi propia radio de musica electronica, pasaba techno y acid, entre otras cosas, pero en esa epoca las radios piratas no estaban permitidas. Tambien tube experiencias radiales, pero no bajo musica electronica.
La radio es un medio increible, a pesar de que a bajado un monton su contendio como hace años atras, la musica se volvio demasiado corporativa, demasiado comoda, los medios no apuestan a difundir cosas nuevas, solo apuestan al ganador por decirlo de alguna forma. La radio a dejado de ser un medio que hacìa que la gente usara su imaginacion, ahora ya viene todo digerido y si ponemos atencion, casi todas suenan la misma cancion, casi ni existen radios con personalidad, todas pasan “de todo” pero ningun genero en si. claro esta que es un negocio, pero donde quedo la parte artistica o cultural?
Muchos medios justifican la (baja) calidad de su programacion diciendo que “eso es lo que la gente quiere escuchar”, algo que me parece totalmente fuera de lugar, ya que LA GENTE CONSUME LO QUE SE LES DA, eso quiere decir que si “mierda se les da, mierda consumen.
Si tubiese que depender como fuente unica (musical) la radio, me dedicaria a otra cosa, no pretendo que las radios pasen solo musica electronica en su programacion, hay muchisimos generos en el mundo, hablo de generos radiables, musica para radio.
6- Como es la escena eletronica em Uruguay
La escena a cambiado mucho desde hace algunos años atras, esta menos experimental y mas concreta, son muchos los djs pasando una misma musica, un mismo estilo. claramente se nota la falta de creatividad e imaginacion. la misma respuesta de la pregunta anterior!!!! jajajajajj
Mucha critica y poco aporte, sobre todo las nuevas generaciones, hace 2 años (como mucho) que consumen electronica y ya son “grandes criticos del genero”, claro esta que no son todos, pero una gran mayoria. en definitva “NO SABEN NADA” jajjajaj
Hace algunos años atras no teniamos ni internet ni ningun medio directo para saber que era lo que estaba pasando por el mundo en materia musical, y sin embargo teniamos muchisima imaginacion, trabajabamos con lo que teniamos, y aun asi, bajo esas condiciones habia mas creatividad y todo era mas experimental, la gente no estaba tan pendiente de las drogas, lo unico que interesaba era la musica y el sonido (y a veces el sonido no era bueno, pero se divertian igual).
7- Cuales son sus planes para el futuro
Los planes futuros siempre son a un futuro cercano, las cosas cambian muy depronto y estamos abiertos a los cambios que la escena o la circunstancia lo permitan, tomamos las cosas como vienen, nunca hacemos planes a futuro muy lejano, al igual que las pistas, las cosas son muy interactivas en esto, por lo tanto vamos amoldandonos a todo, claro esta que con nuestras bases solidas.
8- Como ven las nuevas tecnologias para los djs.
Por suerte las nuevas tecnologias van de la mano con la musica electronica, de eso se trata.
Claro que tambien va de la creatividad de cada uno, la tecnologia solo es buena si cada uno sabe no solo como manejarla, si no que tambien como desarrollar su creatividad a la hora de ponerla en practica, ya sea con la primer o la ultima tecnologia. Creo que en esto, no va en la tecnologia va en el resultado final. la gente en la pista no deja de bailar, ni siquiera sabiendo si estas pasando un vinilo, un cd o un notbook, tampoco les interesa siempre y cuando el resultado sea bueno.
Dj Kadro vira correspondente brasileiro para site argentino
postado por Teknopolis em July 18th, 2008 | Comment now »

Dando continuidade à união entre os movimentos eletrônicos da América do Sul, o dj Kadro foi convidado a ser correspondente do fórum www.danceclubber.com de Buenos Aires, Argentina.
O fórum é um dos maiores da argentina e é dedicado totalmente à música eletrônica em todas suas vertentes.
Kadro recebeu carta branca para escrever sobre tudo que achar interessante mostrar à comunidade, para difundir a música eletrônica de qualidade e contribuir, principalmente, para que conheçam os talentos do Brasil e de outros paÃses. Criando dessa forma uma janela na Argentina para poder mostrar o que acontece de melhor na cena eletrônica brasileira.
Entrevista com Daniela Haverbeck do Chile
postado por kadro em July 14th, 2008 | 3 Comments »
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Pra quem não conhece esta talentosa dj Chilena, aqui vai uma pequena entrevista que consegui fazer com ela.
Daniela é um expoente da musica eletrônica do Chile, em tour pela Europa atualmente, estará voltando em poucos dias para o Chile e logo já viaja para tocar em Buenos Aires onde é muito aguardada pelo péblico da festa Invasion do núcleo Techno Code.
Teknopolis - O que levou você a se tornar Dj? Quais foram essas influências que moveram com sua cabeça?
Daniela Haverbeck - Bom, freqüentava festas desde 98, era uma raver a mais na pista. Gostava muitÃssimo da eletrônica, em especial do trance, detroit techno e hard techno.
No 2001 um amigo me mostrou um CD de Thunderdome, nunca tinha ouvido algo assim! Hardcore e Gabber! Uff me matou! Fiquei louca! E ai disse: Tenho que tocar isso, tenho que mostrar ao publico esse estilo. Nessa época tinha um dj que já levava muito tempo tocando hardcore, mas de toda forma sentia eu que faltavam mais djs, mais gente, assim virei Dj por paixão e também por uma missão.
T - Quando você iniciou, e se iniciou tocando o mesmo estilo que toca hoje em dia.
D - Iniciei em 2002, nume festa under, mas que levava muitos djs da cena. E foi com Hardcore!! já tinha comprado discos pra fazer um set. Tinha prendido a tocar (mixar), mas era algo novo pra mim pelo que estava muito nervosa e insegura. Por sorte foi um sucesso! O povo adorou e recebi muito apoio.
Daà em diante não foi fácil: realmente não tinha muito espaço onde tocar hardcore. As vezes tocava em uma ou outra rave ou festa muito under. Mas eu queria mais, queria mais espaço, ter mais publico. Assim que bom, tinha discos de techno e de trance, assim conseguia tocar em outras festas. Logo descobri o schranz, e adorei! Era um estilo duro, potente, mas ao mesmo tempo com muito groove, pelo que poderia ser mais digerÃvel numa pista Chilena. Assim entrei de cheio nesse estilo, e consegui que me dessem mais espaço e chegar ao publico, que respondeu muito bem!
Hoje meu set esta composto de muito schranz, também de faixas industriais e hardcore.
Dependendo do tipo de festa, do horário e do publico vou vendo o que tocarei. Não todos estão preparados para ouvir Industrial ou Hardcore, hehehe
T - Como você vê a cena eletrônica do Chile e do resto da América do Sul?
D - Uff. No Chile vejo que e complicada. Se bem, que tem muito minimal, house, eletro, trance, progressive… Temos muitas festas. Mas falta mais cultura e mais espaços pra tocar única alternativa como hard music. Na verdade e que o pouco publico hard e muito ingrato, não gostam de pagar ingressos, o que não e um apoio real. Por isso digo eu que não tem uma cena real hard, se tivesse, o publico pagaria ingressos pra apoiar suas festas e seus djs, mas isso não acontece, pelo que sinto que estamos no zero e que tem que gerar cultura, atrair gente, difundir esta musica e criar uma cena. O povo pensa que vão nos presentar com os espaços, mas na verdade e que se dão os espaços e o publico não responde, fecham nossas portas. Isso aconteceu em março num festival grande que tivemos no Chile, se deu a musica Hard pela primeira vês na historia uma noite num palco incrÃvel que tinha um som de “Puta madre”! E o que aconteceu: não tinha gente! Os que falam que amam esta musica e criticam que não tem festas, não foram! E isso me da tremenda Raiva!!
Na América do Sul, acredito que o Brasil vai indo! Tem uma cena muito grande e diversificada , com espaço pra diferentes estilos. Na Argentina a cena e grande, mas falta diversidade. Tem muito minimal, eletro, house mas falta techno, hard e dnb. Nesse aspecto, Techno Code, colectivo argentino, esta promovendo o techno e hard. Venezuela tem uma cena Hard importante! Grande, fiel, com excelentes eventos.
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T - Você sofreu aluma descriminação no inicio por ser mulher (linda) num meio dominado por homens?
D - Pois sim, E ate nos dias de hoje acontece, com gente que não sabe o que você faz. O que acontece: Se olham uma menina bonita, bem vestida, pensam, esta não deve ter a minima idéia! S esta pra se mostrar!…
Então acontece o de sempre: você deve demostrar que sim sabe! Que sim ama esta estoria! Não acreditam que posa ser bonita e talentosa! Hehehe. Parece ridÃculo, mas acontece num nÃvel inconsciente. Quando um homem chega pra tocar, não tem que demostrar nada a ninguém, se da por feito que o cara sabe. Mas quando e uma mulher, e ainda mais bonitinha e arrumadinha tens que demostrar que sabes. E se percebe como te recebe o publico masculino que sabe de musica, em como te observam, te analisam cada movimento. São muito mais crÃticos e rÃspidos com uma mulher.
T - Como foi tua ultima tour pela Europa? O que aconteceu de pior e de melhor nessa tour?
D - Ahhh… Excelente!!! Sempre e um prazer estas tours, são muito necessárias pra alma artÃstica. Me carrego de inspiração conheço gente linda, boa e talentosa.
De por não teve nada. E de melhor tudo! As festas, o publico, a musica! Como tratam o artista aqui e maravilhoso! Você se sente valorizado, respeitado, querido. E o estar rodeado de paixão e talento te impregna de energia! O que me renova, me sinto mais viva.
T - O que você prefere? Vinil ou CD e porquê?
D - Vinil!!.. Por que estou mais acostumada, Reconheço que o CD tem muitas vantagens e que muitas vezes, se a cabina não esta bem montada, com vinil poderá ter problemas. Mas mesmo assim prefiro vinil, manipular, brincar com ele, e diferente. O vinil te exige uma motricidade que o CD não, e um desafio maior na hora de tocar (mixar)
T - Que conselho você da pra quem esta iniciando?
D - Sejam muito persistentes! Não se desviem do objetivo inicial, não percam seu norte. Não acreditem na estoria (e muito patético). Sejam profissionais, e desfrutem durante os sets, conectem-se cm o publico e a musica. E jamais se vendam! Nunca façam pelo dinheiro ou fama algo que não querem fazer. E mais, não sejam djs só pela fama.
T - Como seria a cabine dos seus sonhos?
D - Deixa eu ver…. não mais alta que um metro, hehehe….. Muito firme, com 2 technics 1200 ou 1210, mixer pioneer e 1 cd player (pras faixas unreleased, etc.) Escura, somente com uma luz necessária pra ver os discos e equipamentos.
Ampla, confortável. E com 2 monitores na distancia perfeita.
T - O que não pode faltar no seu case?
D - Os discos, hehehe… Sempre levo comigo minhas faixas preferidas.
T - Quais são seu planos para o futuro?
D - Muita produção!… Começarei a ter aulas de piano pra aprender realmente sobre musica e composição. Quero ter mais ferramentas na hora de criar.
Vem aà a visita à Argentina, com os amigos do Techno Code que você conhece muito bem, hehehe
Também está a possÃvel visita a Venezuela, com o colectivo ITR, do dj Destro. E bom, projetos no Chile, produzir festas, procurar novos espaços. E ver quando começa o novo ciclo de aulas na academia de dj Audiomusica (Dou aulas)
Saudações a todos no Brasil!! Muita sorte em tudo! E espero ver-los prontos…
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En EspañolÂ
Teknopolis - Hola Daniela es un gustaso poder hacerte esta simple entrevista.
T - Contame lo que te llevo a tornarte Dj, cuales fueron esas influencias que te movieron la cabeza.
D - Bueno, llevaba asistiendo a fiestas desde el ´98, era una raver más en la pista de baile. Me gustaba muchÃsimo la electrónica, en especial el trance, techno detroit y hard techno.
El año 2001, un amigo me mostró un CD de Thunderdome: nunca habÃa oÃdo algo asÃ! Hardcore y Gabber! Uff.. me mató! Me volvió loca! Y ahà dije: tengo que mezclar esto, tengo que mostrarle a la gente este estilo. En esa época habÃa un dj que ya llevaba bastante tiempo pinchando hardcore, pero de todas maneras sentÃa yo que faltaban más djs, más gente, asà que me hice Dj por pasión y también por una misión.
T - Cuando empesates y si empesastes con el mismo estilo que tocas hoy en dia.
D - Me estrené como Dj el 2002, en una fiesta under, pero que congregaba a muchos djs de la escena. Y fue con Hardcore!! Ya me habÃa comprado discos y tenÃa para un set. HabÃa estado aprendiendo a mezclar, pero era algo nuevo para mà por lo que estaba muy nerviosa y también insegura. Por suerte fue todo un éxito! A la gente le encantó y recibà mucho apoyo.
De ahà en adelante no fue fácil: realmente no habÃan espacios donde pinchar hardcore. A veces tocaba en una que otra rave o fiesta muy under. Pero yo querÃa más, querÃa más espacios, acceder a más público. Asà que, bueno, tenÃa vinilos de techno y también de trance, asà que ahà podÃa tocar en otras fiestas. Luego descubrà el schranz, y me encantó! Era un estilo duro, potente, pero a la vez con mucho groovy, por lo que podÃa ser más digerible en una pista de baile chilena. Asà que me metà de lleno en ese estilo, y logré que se me dieran espacios y llegar a la gente, la que respondió muy bien!
Hoy mi set está compuesto por mucho schranz, también por tracks industriales, y Hardcore. Dependiendo del tipo de fiesta, la hora y el público, voy viendo qué pincharé. No todos están preparados para oÃr Industrial o Hardcore, jeje…
T - Como ves la escena electronica de chile y del resto de sudamerica.
D - Uff.. En Chile la veo complicada. Si bien es cierto, hay mucho minimal, house, electro, trance, progresive… Tenemos muchas fiestas. Pero falta más cultura, y más espacios para tocar música alternativa como la hard music. La verdad es que el escaso público hard es muy ingrato: no les gusta pagar entradas, por lo que no es un apoyo real. Por eso digo yo que no hay una real escena hard, si la hubiese, la gente pagarÃa entradas para apoyar sus fiestas y sus djs, pero eso no ocurre, por lo que siento que estamos en cero, y que hay que generar cultura, atraer gente, difundir esta música y crear escena. La gente piensa que nos van a regalar los espacios, pero la verdad es que si nos dan oportunidades y el público no responde, se nos cierran las puertas. Eso ocurrió en marzo en un festival grande que tuvimos en Chile: se le dio a la música hard, por 1era vez en la historia, una noche en un escenario increÃble que sonaba de puta madre!.. qué pasó? No habÃa gente! Quienes dicen que aman esta música y critican que no hay fiestas, no fueron! Y eso me da mucha rabia!
En sudamérica, creo que Brasil la lleva! Tiene una escena muy grande y muy diversa, con espacio para diferentes estilos. En Argentina la movida es grande, pero falta diversidad. Tienen mucho minimal y electro, house, pero les falta techno, hard, dnb.. En ese aspecto, Techno Code, colectivo argentino, está promoviendo los sonidos techno y hard. Y Venezuela tiene una movida hard importante! Grande, fiel, con excelentes eventos.
T - Sufristes alguna descriminacion en el inicio por ser mujer en un medio que era domindado por los chicos.
D - Pues, sÃ… Y hasta el dÃa de hoy ocurre, con gente que no sabe lo que haces. Qué es lo que pasa: si ven a una chica guapa, arreglada, piensan: esta no debe tener idea! Está aquà mostrándose!.. Entonces sucede lo de siempre: tienes que demostrar que sà sabes! Que sà amas este cuento! No creen que puedas ser bonita y talentosa! Jaja.. suena ridÃculo, pero ocurre a un nivel muy inconciente. Cuando un hombre llega a pinchar, no tiene que demostrarle nada a nadie, se da por hecho que el tipo sabe. Pero cuando es una mujer, más encima mononita y arregladita, tienes que demostrar que sabes. Y se nota en cómo te recibe el público masculino que sabe de música, en cómo te miran, cómo analizan cada movimiento. Son muchÃsimo más crÃticos y duros con una mujer.
T - Como fue tu ultima gira por europa, lo que fue lo mejor y lo peor de la tour.
D - Ahhh.. buenÃsima!! Siempre es un agrado hacer estas giras, son muy necesarias para el alma artÃstica. Me lleno de inspiración, conozco a gente linda, buena y talentosa.
De peor no hubo nada. Y lo mejor: todo! Las fiestas, la gente, la música! El trato a los artistas que hay acá es una maravilla! Te sientes valorado, respetado, querido. Y el estar rodeado de pasión y talento te impregna de energÃa! Por lo que me renuevo, me siento más viva.
T - Que preferis para tocar cds o vinilos y porque.
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D - Vinilos!.. Porque estoy muy acostumbrada. Reconozco que el CD tiene muchas ventajas y que, muchas veces, si la cabina no está bien montada, con vinilos puedes tener problemas. Pero aún asà prefiero el vinilo, manipularlo, jugar con él, es diferente. El vinilo te exije una motricidad que el CD no, es un desafÃo mayor a la hora de mezclar.
T - Que consejo das para quienes estan iniciando.
D - Sean muy perseverantes! No se desvÃen del objetivo inicial, no pierdan el norte. No se crean el cuento (es muy patético). Sean profesionales, y disfruten durante los sets, conéctense con la gente y la música. Y jamás se vendan! Nunca hagan por dinero o fama algo que no quieren hacer. Es más: no sean djs sólo por fama.
T - Como seria la cabina de tus sueños..
D - A ver: no más alta que 1 metro, jaja… Muy firme, con 2 technics 1200 o 1210, mixer Pioneer, y 1 cd player (para temas unreleased, etc.). Oscura, sólo con la luz necesaria para ver discos y equipos. Amplia, cómoda. Y con 2 monitores a la distancia perfecta.
Â
T - Lo que no puede faltar en el case.
D - Los discos! Jaja… Siempre llevo conmigo mis tracks favoritos.
T - Contanos cuales son tus planes para el futuro
D - Mucha producción!.. Empezaré a tomar clases de piano para aprender realmente de música y composición. Quiero tener más herramientas a la hora de crear.
Se vienen visitas a Argentina, con los amigos de Techno Code que tú ya bien conoces, jaja.. También hay una posible visita a Venezuela, con el colectivo ITR, de dj Destro. Y bueno, proyectos en Chile, producir fiestas, buscar espacios nuevos.. Y ver cuándo comenzamos con el nuevo ciclo de clases en la academia de dj Audiomúsica (hago clases).
Saludos a todos en Brasil! Mucha suerte en todo! Y espero verlos pronto ![]()
Avó na Rave
postado por Teknopolis em July 2nd, 2008 | 4 Comments »
A música atinge todas as idades!
Me lembra muito a moça com jeito de cangaceira dizendo numa Teknopolis: “O que é isso? Pra que tanto vuco vuco?! Até minha máquina de lavar faz menos baurulho que isso aÃ!”
=D
Novo membro no núcleo Teknopolis
postado por kadro em July 2nd, 2008 | 2 Comments »
Com influências que vão do jazz, blues e rock até o experimental, Eduardo faz seu set com base no peso e a variedade do techno, com toques de electro e minimal, sempre buscando apresentar novos timbres e sonoridades peculiares ao público.
“Edo” sempre passou longe de preconceitos estéticos ou musicais. Conheceu a música eletrônica por volta de 2000, quando presenciou sets marcantes nas primeiras festas que freqüentou em Florianópolis e posteriormente em breves passagens por São Paulo.
Depois de muito tempo pesquisando, com algum repertório estruturado e com a definição de uma linha musical a ser seguida, fez curso com o dj Kadro e passou a tocar nas festas do núcleo Teknopolis.
Atualmente, está ligado ao Teknopolis e tem se apresentado nas festas do núcleo regularmente.
www.myspace.com/machinemovement
edo@teknopolis.com.br


